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Homem que matou mulher no Bairro José e Maria se entrega a polícia

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Está sendo encaminhado para a penitenciária Dr. Edvaldo Gomes, em Petrolina, Pernambuco, o homem que matou a ex-companheira, de 31 anos, estrangulada, no último sábado (2). O crime aconteceu no início da tarde na Rua Rio Paraíba, que fica no bairro José e Maria, na Zona Leste da cidade.

O suspeito, de 35 anos, estava foragido desde que cometeu o assassinato. De acordo com a Polícia Civil, ele confessou à irmã e a um mototaxista ter matado a ex-companheira. A polícia foi chamada logo após o ocorrido. O suspeito ligou para a Delegacia de Homicídios ainda no início da manhã desta segunda-feira (4) e afirmou querer se entregar, mas disse ter receio de ser agredido.

“Ele estava ligando para a delegacia e falou com a delegada Sara Machado. Disse que estava com medo e nós garantimos a integridade física dele. Não tinha como autuá-lo em flagrante, pois já tinha passado mais de 48h após o crime, então solicitamos a prisão preventiva junto ao juiz e foi decretada”, explicou o delegado Magno Neves.

O delegado disse ainda que o homem contou ter procurado um pai de santo na tentativa que este o ajudasse na reconciliação. “No sábado, depois de ter procurado o pai de santo, ele foi conversar com a ex-mulher e ficaram na sala. Depois foram para o quarto e ela teria falado algo que o homem não gostou. Ele disse que não lembra exatamente o que ela disse, mas perdeu a cabeça e pegou um cordão de cortina, estrangulou e fugiu”, conta o delegado.

O casal tinha dois filhos e estava separado há cerca de dois meses, após ela descobrir que o homem tinha uma outra família. Magno Neves disse que o suspeito não possuía antecedentes criminais, mas familiares relataram que ele era agressivo e já tinha ameaçado a ex-mulher em outra ocasião.

Segundo Neves, o homem vai aguardar preso até o final do processo. Ele foi autuado por homicídio qualificado com agravantes de feminicídio, impossibilidade de defesa da vítima e motivo fútil. “A confissão dele reduz a pena, que varia de 12 a 30 anos de reclusão, mas as circunstâncias qualificadoras são agravantes fortes”, disse o delegado.

G1 Petrolina:

 

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